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Finais de ciclo merecem um ritual de encerramento.

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Muito além do textão clichê (“#gratidão“), eu acredito sim, que finais de ciclo merecem um ritual de encerramento.

Faria Lima Elevator– adoroooo. Sou muito fã da visão bem humorada sobre o condado.

Mas vamos ao textão.

Seja por quem vai, seja por quem fica, ritualizar o fim é honrar uma parte da própria história que se está deixando para trás.

Sem ser naive, sempre recomendo aos seus clientes que me respondam:

Qual enredo você quer contar sobre esta passagem da sua vida profissional – daqui a 5 anos?


Quando todos os sentimentos forem parte do passado, sejam eles de euforia ou de decepção, o que ficou desta etapa profissional para você? Para VOCÊ?


Quais foram os acertos e falhas, os aprendizados, as conquistas, os desafios superados, as amizades construídas?

Nossas vivências são parte indissociável de nossa Marca Pessoal.

O desafio é ressignificar as experiências, para extrair delas aquilo que nos empurrará para frente, e deixar pelo caminho aquilo que não nos constrói.
É claro que finais diferentes levam a despedidas diferentes.

Se for uma saída lamentável, como tantas que tristemente andam recheando essa rede aqui, as narrativas podem ser dolorosas. Mas sim, a denúncia responsável tem que ter seu espaço, bem como o acolhimento.

Se for uma saída suave, por que não celebrar, agradecer, relembrar os melhores momentos?

Contar e recontar histórias nos lembra da nossa humanidade.

Estando abertos para escutar o que elas nos dizem, as nossas, e as que são compartilhadas aqui, colhemos aprendizados que nos acompanharão, sempre.

Ao se despedir de um emprego, viva seu último ato como se fosse o primeiro.


Faça justiça à sua própria trajetória.

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